sábado, 4 de fevereiro de 2012

O errado que é o certo nas redes sociais?


Lidar com o sentimento das pessoas na internet ainda parece distante da realidade, do certo e do justo. As pessoas tendem a colocar a sua opinião baseadas em vivências próprias e não baseadas em fatos e julgamentos. E o pior, ainda há pessoas que concordam com o errado, o que me faz pensar que na internet, acontece como naquele velho ditado “ dê poder a um homem e veras quem ele é”, ainda há pessoas que querem lucrar em cima disto, é um absurdo que condeno. Só vale lembrar que a internet não é uma terra livre, e como na lei a liberdade de expressão é livre para qualquer pessoa, mas a difamação, a calunia não.

A foto abaixo não me traz nenhuma surpresa, mas os comentários de algumas pessoas no facebook, onde  foi postado a foto sim. Triste viver numa sociedade com mais de 500 anos de existência com pessoas de pensamento tão maléfico.



domingo, 18 de dezembro de 2011

Web 2.0 e as empresas

Aproveitando a deixa da apresentação do meu grupo de Comunidades de Prática, MBA na UNA, na matéria de gestão do conhecimento, falando sobre web 2.0, vou escrever algumas linhas sobre o assunto e o que ficou de legal desta aprendizagem somado há algumas idéias que podem ser usadas nas empresas como forma de melhorias.

Afinal, web 2.0 é uma jogada de marketing ou realmente uma evolução das tradicionais mídias e sites WWW, formando uma 2ª geração da web? Do ponto de vista empreendedor, ótima visão de quem percebeu a evolução dos sites e comportamento dos internautas, que antes os provedores de conteúdo somente escreviam textos, publicando noticias, onde os conceitos para os leitores ali já estavam prontos, mas desde 2004, data do surgimento do conceito web 2.0, dito pela 1ª vez pela empresa O'Reilly Media, já descrevendo que todo o conteúdo pudesse ser compartilhado, seguido e editado pelos próprios leitores.

A web 2.0, posso dizer que ela tem sua maior força nas redes sociais, em plataformas “wikis”, termo que veio da língua havaiana, palavra wiki-wiki, que quer dizer rápido. Temos um ótimo exemplo, que é a wikipedia, muito usado hoje para consultas a fim de encontrarmos significados onde os termos podem ser editados por seus usuários.

Mas, como podemos usar ferramentas da web 2.0 nas empresas? Um simples grupo de discussão dentro da intranet posso dizer que é uma web 2.0, poder falar, compartilhar idéias, refletir sobre aquele tema poderá levar a resultados incríveis. Se for viável, você ainda pode criar grupos de discussão dentro das redes sociais, como facebook ou ning, explorando ainda melhor seus aplicativos.  Se sua empresa tem algum problema de informação e não sabe como passar isso ao seu cliente ou funcionários, chame-os para conversar. Gil Giardelli, disse que, “se você chamar as pessoas para te ajudar elas virão”, então, aproveite a nuvem que está ai, e se engaje nesta idéia revolucionária. 

sábado, 24 de setembro de 2011

O que meu emprego tem a ver com redes sociais?



Se você fizer uma busca simples no Google colocando "redes sociais + emprego" e selecionar última semana como opção de filtro, a primeira notícia que aparecerá é a de que foram gerados, após a criação do FACEBOOK, mais de 182 mil empregos diretos e indiretos nos EUA. Pessoal , isso é fantástico, inovar principalmente nas redes sociais pode-se gerar uma nova economia e uma nova oportunidade profissional. Quem diria que fazer aplicativos para uma rede social faria alguém ganhar dinheiro? Muitos querem conhecer a sua ideia, por que não tentar?


Por outro lado, é preciso tomar muito cuidado com seus perfis de twitter, blog, orkut e facebook, estes que estão mais na moda atualmente. As empresas hoje, tem cada vez mais utilizado conhecer a fundo os funcionários que estão galgando uma vaga em sua empresa, e utilizam das redes sociais muitas vezes como fator determinante na contratação do candidato. Faça um teste, jogue seu nome completo no Google, o que aparece? É isso que provavelmente quem está lendo vai saber de você. Algumas dicas são importantes, tais como: jovens que gostam de tomar aquelas a mais e postar fotos caindo de tão ruim que está, para você e seus amigos pode ser legal, mas será que para seu líder ou recrutador será? Ou se postarmos algo assim numa sexta-feira: -Graças a Deus chegou a sexta-feira, não aguentava mais. Ou se for uma segunda-feira e tuítar assim: Que venha a sexta rápido! Pessoal não é proibição, a internet e principalmente as redes não foram feitas para isso, mas entendam que num twitter ou facebook quem é seu amigo ou  te segue pode ler o que você posta, ainda mais se seu perfil for público. A ideia do google plus pode se tornar daqui algum tempo uma tendência, pois você consegue direcionar para determinados círculos o que as pessoas podem ler, circulos são grupos de vínculo, como: amigos, faculdade, conhecidos, trabalho. Pode ser uma opção, mas isso não esconderá o que você é ou faz no dia a dia, por isso tome cuidado, nem todos gostam das suas aventuras ou de ver suas roupas em trajes nada formais. Pensem bem antes de aceitar alguma pessoa no seu perfil.

Outra dica que parece obvia, mas muitas pessoas ainda cometem este erro: Não fale mal da sua empresa, você gostaria que alguém falasse mal de você? Não mesmo, então, seu líder, gerente ou presidente também não gostará, fique ligado nisso! As empresas 2.0 já monitoram seus funcionários na web, não no intuito de barrar algum tipo de comentário ou publicação, elas não tem este poder, mas monitoram para identificar aqueles que realmente estão ligados nas diretrizes da empresa e do perfil que cada empregador quer ter ao seu lado. Juízo moçada!!!

Galera, tenho falado sempre em inovar, e reforço, a nuvem não para, ontem ICQ hoje MSN, Facebook, Twitter e logo outros surgirão. Esteja preparado, e quando algo novo surgir seja o primeiro a conhecer e aprender, as mídias sociais são assim, quem sabe primeiro, ou consegue criar algo novo larga na frente para conquistar novas oportunidades! ; )

Grande Abraço!!!


Diego Marques

sábado, 17 de setembro de 2011

Computador e Facebook para Crianças?

Para quem nasceu na década de 80, como eu, por muitos chamados de década perdida marcada pela quantidade de eventos políticos e sociais em todo mundo, teve uma infância sem muita tecnologia, mas com a criação de vínculos de amizade e redes que se constituem até hoje. Talvez explicado pela proximidade e a necessidade de estarmos juntos fisicamente, brincando, crescendo e aprendendo nos possibilitou termos uns aos outros laços eternos que a geração atual, chamada por alguns de Y pouco ainda vejo ter, e que constantemente é transportada para dentro das redes sociais. Fato é que facebook, orkut, twitter trazem um ganho enorme as relações, diminui distâncias, gera conteúdo instantâneo, mas nunca podemos substituir totalmente o virtual pelo contato real e físico. Conversar pela rede é ótimo, mas poder sorrir e tocar pessoalmente são experiências únicas que precisam ser mantidas, para não perdermos as nossas origens e reforçar que as redes sociais surgiram do presencial e não virtualmente. Vivemos em rede, seja ela fisicamente ou pela tela do tablet, estamos em rede, conversando numa praça ou dentro de uma comunidade do orkut.

Quando leio algo a respeito de se iniciar a introdução a computadores para crianças de 5, 4,3 anos, me assusto um pouco, principalmente que nesta idade existem fatores essenciais à criança de ser estimulada afim de seu crescimento/desenvolvimento físico e emocional. Sei que crianças nesta idade querem imitar os pais, irmãos mais velhos, mas preocupo com o fato da possibilidade de crianças desenvolverem doenças às vezes vistas somente em adultos, principalmente esta dependência pelo computador. Em hipótese alguma, nossos jovens podem tratar com indiferença o mundo real, e tratar com soberania o virtual. Concordo que existem softwares que podem ajudar sim no desenvolvimento dos jovens, mas que se usado for seja o mínimo possível. As crianças têm que se comunicar com as outras, cair, se sujarem, tocarem, serem estimuladas para desenvolverem sensibilidade e a imaginar o mundo, este é o ideal nesta fase. Quando ela chegar aos 6 anos, julgo a idade ideal para começarem a ser inseridas mais frequentemente com computadores, até porque nesta idade elas começarão a frequentar a escola e terão que começar, com moderação, a serem educadas e a se prepararem para a vida de um adulto.

Pessoal, não sabemos para onde esta nuvem vai. Ontem tínhamos caderno de perguntas que queríamos responder para saber quem gostava da gente, com quem você já tinha ficado, ou qual telefone fixo daquele namoradinho (a), hoje temos o formspring que é a alteração para o virtual. Um teste simples, compare a sua letra de hoje com a época da escola. Da maioria ficou mais feia porque substituímos o escrever pelo digitar, que é uma evolução natural.

Pais, não deixem suas crianças perderem a oportunidade de saber como é importante o contato físico, o abraçar, o aperto de mãos, mesmo que no futuro saibamos que estarão cada vez mais conectadas pelo virtual. Cuidado com a web2.0, ela é ótima, mas podem trazer consequências cruéis as crianças. Elas precisam se preparar a serem inseridas neste novo mundo, e um fator fundamental e saberem o quanto é importante o contato físico.

Forte abraço e até o próximo post!
Bom final de semana!